Taxas de juros mais altas levam os títulos do Tesouro Direto a taxas recordes em junho.

Os impostos dos títulos do Tesouro Direto não tiveram outra escolha a não ser seguir o fluxo da inflação e o aumento da taxa de juros básica no Brasil e nos Estados Unidos. Em junho, os títulos com taxa prefixada começaram a oferecer juros acima de 13% ao ano e os títulos atrelados à inflação acabaram estabelecendo um recorde, com juros acima de 6% ao ano.

Devido à alta nas taxas de juros, houve uma queda nos rendimentos dos títulos, o que é comum ocorrer após esses aumentos, e a maioria dos investimentos de longo prazo, títulos de taxa fixa e do tipo IPCA+ despencaram.

Embora o cenário não seja o mais encorajador, especialistas afirmam que ainda há oportunidades para quem costuma investir e relatam que os títulos que oferecem os maiores riscos são os de longo prazo, pois estão atrelados à inflação.